O avanço de categorias ligadas à experiência e ao consumo offline tem reaberto espaço para produtos que haviam perdido relevância nos últimos anos. É nesse movimento que a Amarine tem acelerado sua atuação, especialmente com a marca Kodak, que ganhou tração recente no Brasil. “Chegamos cedo a esse mercado e acompanhamos a retomada do interesse por câmeras digitais e analógicas. Hoje, já é um negócio maduro, com forte reconhecimento do público”, afirma Karim Fahs, sócio da empresa.
A estratégia da companhia também passa pela ampliação do portfólio premium, com destaque para a marca Marshall, cuja linha de áudio doméstico ganhou escala no último ano. “A linha home performou muito bem, e agora estamos trazendo um portfólio mais completo, com mais de 20 SKUs, incluindo produtos que antes só eram encontrados fora do País”, diz Fahs. Segundo ele, o apelo de design e posicionamento mais aspiracional tem sido um diferencial relevante no varejo.
Com 30 anos de experiência na relação com fabricantes internacionais, a Amarine aposta na construção de marca no ponto de venda e na proximidade com o consumidor como principal diferencial competitivo. “Nosso papel é representar a marca no Brasil em todo o ciclo, do marketing à experiência do cliente”, afirma. Para o segundo semestre, a expectativa é de forte expansão, com o Brasil ganhando protagonismo na operação regional. “A operação local deve mais do que dobrar de tamanho, com crescimento acima de 100% na comparação anual”, diz.



