O ritmo de adoção de novas tecnologias segue acelerado, impulsionado não apenas pela inovação técnica, mas também por mudanças no comportamento de empresas e consumidores. Em 2025, o Brasil destinou cerca de R$ 267 milhões a projetos estratégicos de tecnologia, um crescimento de 116% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Esse movimento reforça a busca por soluções mais eficientes, intuitivas e alinhadas a práticas sustentáveis.
Ao acompanhar essas transformações, fabricantes têm observado uma valorização crescente de tecnologias que simplificam rotinas, reduzem custos operacionais e diminuem impactos ambientais. A seguir, quatro frentes tecnológicas que devem ganhar ainda mais relevância em 2026.
1. Sustentabilidade como critério de decisão tecnológica
A sustentabilidade deixou de ser apenas um discurso institucional e passou a influenciar diretamente decisões de compra e uso. Em 2026, a expectativa é que empresas priorizem soluções que consumam menos energia, utilizem menos insumos e gerem menos resíduos ao longo de todo o ciclo de vida do produto. Esse movimento pressiona o setor a desenvolver tecnologias mais responsáveis desde a origem, reduzindo impactos que antes precisavam ser compensados posteriormente. Um exemplo citado pelo mercado é a tecnologia PrecisionCore® de impressão a frio da Epson, presente na linha corporativa WorkForce, que elimina o uso de pó de toner plástico e contribui para menor consumo energético e redução de resíduos.
2. Inteligência artificial integrada à experiência de uso
A inteligência artificial segue em expansão, mas com uma mudança clara de abordagem: deixa de ser um recurso isolado e passa a operar de forma integrada e quase invisível nos sistemas. A pesquisa CEO Survey da PwC, que ouviu mais de 4 mil lideranças globalmente, aponta que mais de um quarto dos executivos brasileiros já utiliza amplamente IA em áreas como geração de demanda, suporte, produtos e serviços, direcionamento estratégico e atendimento. Nesse contexto, a tecnologia passa a antecipar necessidades, aprender padrões de uso e sugerir ações em tempo real, reduzindo tarefas repetitivas e aumentando a eficiência operacional. No mercado de produtos, essa tendência se reflete em recursos como comandos por voz e automação inteligente integrados à rotina do usuário.
3. Tecnologias mais autônomas e práticas
Com rotinas cada vez mais intensas e digitalizadas, soluções que economizam tempo tendem a ganhar protagonismo. Tecnologias mais autônomas, que exigem menos intervenção humana e reduzem a necessidade de ajustes constantes, passam a ser vistas como estratégicas tanto no ambiente corporativo quanto doméstico. A lógica é reduzir falhas operacionais e processos manuais para liberar tempo para atividades de maior valor. Nesse cenário, a integração com aplicativos também ganha espaço. A Epson, por exemplo, já oferece integração de seu aplicativo oficial com impressoras WorkForce, permitindo o gerenciamento e a automação de fluxos de impressão diretamente pelo smartphone.
4. Tecnologias híbridas como padrão de eficiência e segurança
A combinação entre soluções locais e recursos em nuvem tem se consolidado como um modelo de referência para atender demandas de desempenho, segurança e flexibilidade. Tecnologias híbridas permitem que dados e processos críticos permaneçam sob gestão local, enquanto a nuvem oferece escalabilidade, controle remoto e atualizações constantes. Esse equilíbrio responde à necessidade do mercado por sistemas robustos, seguros e adaptáveis às mudanças rápidas do ambiente digital, especialmente em contextos corporativos mais complexos.
“Vivemos um momento em que a tecnologia precisa simplificar a rotina e gerar resultados mais inteligentes. De uma forma geral, temos acompanhado de perto o interesse crescente por soluções que funcionem de forma fluida, tragam eficiência e, ao mesmo tempo, estejam alinhadas a práticas sustentáveis e a resposta das empresas a esse tipo de demanda. Na Epson, já temos esse equilíbrio como o pilar central do nosso portfólio”, conta Fábio Sobral, Head de Vendas da Epson do Brasil e Cone Sul.



