A JOVI passa a operar com programa de trade-in no mercado brasileiro, permitindo que consumidores utilizem smartphones usados como parte do pagamento na compra de novos aparelhos. A iniciativa já está disponível na loja oficial da marca no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.
O movimento acompanha uma tendência crescente no varejo de eletrônicos, que vem incorporando modelos de recompra e troca como forma de estimular upgrades e ampliar o acesso a dispositivos mais recentes.
O processo foi estruturado para reduzir fricções na jornada de compra. O consumidor leva o aparelho até a loja física, onde é realizada uma pré-avaliação. Na sequência, uma plataforma com uso de inteligência artificial executa o diagnóstico do dispositivo e define o valor de crédito de forma instantânea.
O valor gerado pode ser aplicado diretamente na aquisição de um novo smartphone, sem necessidade de apresentação de nota fiscal, embalagem ou acessórios do produto antigo. A proposta é simplificar o processo e acelerar a decisão de compra no ponto de venda.
“A proposta do trade-in é abrir uma nova possibilidade ao consumidor que está interessado em comprar o nosso smartphone. Queremos oferecer uma jornada fluida, transparente e segura, em que o cliente consiga saber rapidamente o valor que terá de desconto no novo produto, sem burocracia”, afirma Andre Varga, diretor de produto da JOVI.
Estratégia para aumentar conversão no varejo
Além de simplificar a troca, o programa atua como ferramenta para impulsionar a conversão dentro da loja física. Ao transformar o aparelho usado em crédito imediato, a iniciativa reduz o impacto do preço final e amplia o poder de compra do consumidor.
Outro ponto destacado pela empresa é a redução de riscos associados à venda informal de dispositivos usados, como fraudes ou inadimplência, o que pode favorecer a adesão ao modelo dentro do varejo organizado.
A JOVI também posiciona o programa dentro de uma estratégia de economia circular. Ao incentivar a reutilização de smartphones, o trade-in contribui para prolongar o ciclo de vida dos produtos e reduzir o descarte inadequado de eletrônicos.
“Além de facilitar o acesso a novas tecnologias, essa solução também contribui para um consumo mais consciente, alinhado a práticas de economia circular”, complementa Varga.



