Climatização inteligente ganha papel central no B2B

climatização, ar-condicionado

Durante décadas tratado como um custo invisível, o ar-condicionado passou a ocupar um papel estratégico nas decisões corporativas. Hoje, sistemas de HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) podem responder por até 40% do consumo energético de edifícios como escritórios, hospitais, hotéis, data centers e lojas físicas, impactando diretamente o custo operacional, a certificação ambiental, o valuation do imóvel e a experiência de quem ocupa esses espaços.

Na coluna desta semana, Igor Lopes analisa como a lógica de compra desses sistemas mudou: em vez de olhar apenas para o investimento inicial, empresas passam a considerar o ciclo de vida completo, a eficiência energética e o uso de automação, sensores e softwares para reduzir desperdícios e aumentar o controle sobre o consumo.

Confira também detalhes sobre o uso de tecnologias como digital twin, inteligência artificial e análise de dados para projetar sistemas de climatização mais eficientes, além do papel da qualidade do ar como ativo estratégico após a pandemia — com impacto direto em saúde, produtividade e retenção de talentos. No varejo, essas soluções já começam a influenciar a experiência do consumidor, ajudando a aumentar o tempo de permanência nas lojas.

O tema estará em destaque na Eletrolar Show, que acontece de 22 a 25 de junho, no Distrito Anhembi, com o espaço Aircon, dedicado a soluções de climatização, automação e eficiência energética. Para entender melhor como o HVAC deixou de ser invisível e passou a ser parte da estratégia de negócios, confira a coluna completa:

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